terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Milagro Sala fue condenada a 3 años de prisión en suspenso


A pesar de que no pudo probarse que haya participado ni organizado el escrache a Gerardo Morales en 2009, el Tribunal Oral Federal 1 de Jujuy condenó a tres años de prisión en suspenso a la líder de la Tupac Amaru. Su abogada adelantó que apelarán el fallo.

Página 12
El Tribunal Oral Federal 1 de Jujuy condenó por unanimidad a tres años de prisión en suspenso a Milagro Sala al encontrarla culpable del delito de "daños agravados" por un escrache de 2009 contra el entonces senador Gerardo Morales. En el curso del juicio se comprobó que Sala no estuvo en esa protesta y solo un testigo, que trató de ocultar que trabaja para la gobernación jujeña, la señaló como la organizadora. Ese testigo dijo que que ella le ordenó presentarse en el lugar, pero finalmente ni siquiera él participó de la protesta.
Los jueces, que consideraron a Sala la instigadora del escrache, dictaron la misma pena a tres años en suspenso para Graciela López, mientras Ricardo Salvatierra fue condenado a dos años de prisión en suspenso. Ambos fueron declarados los coautores materiales y enculpados también por daños agravados. Los tres deberán realizar trabajos comunitarios durante tres horas semanales. El 3 de febrero se leerán los fundamentos de la sentencia, en la que los jueces solo los sobreseyeron por prescripción del delito de amenazas
"No teníamos ninguna esperanza de que pudiéramos contar con un tribunal independiente", sostuvo la abogada de Sala, Elizabeth Gómez Alcorta, quien confirmó que apelarán el fallo. Raúl Noro, marido de la líder de la Tupac, señaló que "es un fallo político, no es un fallo de la Justicia".
(...)








Página 12 – 28.12.2016.
IN Página 12.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Xadrez de como o MPF tornou-se uma força antinacional

 

Os setores do MPF ligados à cooperação internacional passaram a tratar de forma negativa todo conceito de soberania como se, em todas as circunstâncias, fosse um obstáculo à inevitabilidade da nova ordem global. Como se soberania significasse o atraso e globalização a civilização. E interesse nacional fosse apenas um álibi para atrapalhar o trabalho dos justiceiros globais.
De repente, procuradores caboclos e delegados tupiniquins esquecem as origens, e são alçados à condição de polícias do mundo, ombreando-se com colegas norte-americanos, suíços, ingleses. As novas tropas globais passam a ser enaltecidas em séries de TV e, pouco a pouco, vão criando uma superestrutura acima dos poderes nacionais, dando partida à judicialização da política em nível global.
A criação de uma ideologia internacionalista e antinacional no MPF foi um trabalho bem mais meticuloso, no qual as conferências tiveram papel central.

Luis Nassif
Peça 1 - o cenário pré-Lava Jato
A Lava Jato vai revelando dois aspectos do estágio de desenvolvimento brasileiro.
O primeiro, a corrupção endêmica e generalizada que foi apodrecendo o sistema político sem ser enfrentada por nenhum partido. Era o tema à vista de todos e há décadas percebido pela opinião pública, o único tema capaz de provocar a comoção geral.
O segundo, as indicações de que o país estava a caminho de se transformar em uma potência média, repetindo a trajetória de outras potências, inclusive no atropelo das boas normas.
Como potência média, ainda não havia desenvolvido internamente legislações e regulamentos que disciplinassem o financiamento político, que blindassem as empresas que representassem o interesse nacional, os procedimentos que impedissem que o combate à corrupção comprometesse setores da economia. Enfim, todo esse aparato jurídico-político com que as nações desenvolvidas desenvolvem e blindam suas empresas e até tratam com tolerância, criando uma zona de conforto para que possam pular os limites, nos casos de ampliação do chamado poder nacional.
O Brasil trilhava o caminho de potência média, mas sem essas salvaguardas e sem os cuidados necessários.
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Luis Nassif – Jornalista – 27.12.2016.
IN GGN.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

The U.S. has a long history of hacking other democracies


We examined unclassified Central Intelligence Agency documents and historical academic research on U.S. interventions to identify 27 U.S. clandestine operations carried out between 1949 and 2000.
Most U.S. “secret wars” were against other democratic states.
(…)
Our analysis further confirmed that the United States was substantially more likely to use clandestine coercion against citizens of democratic states.

Mariya Y. Omelicheva, Ryan Beasley and Christian Crandall
Why do democratic governments so often engage in violent covert actions?
The United States is roiled by controversy over Russia’s broad covert operation to undermine the legitimacy of the 2016 presidential election and Western democracy in general. But the U.S. government has interfered in other democracies’ decisions with violent clandestine operations that go back generations.
During the George W. Bush administration, the American public learned about post-9/11 covert actions that many found disturbing, including secret memos authorizing torture of terrorist suspects; a highly secretive program of “extraordinary renditions,” which involved the government-sponsored capture and transfer of detainees from U.S. jurisdiction to other states without due legal process for purposes of detention and interrogation; and “black sites,” or secret prisons operated by the CIA.
But as our research has found, those operations were a continuation of U.S. policy, not a break with it.
(...)








Mariya Y. Omelicheva, Ryan Beasley and Christian Crandall – 20.12.2016.
IN Monkey Cage, Washington Post.